COMO ESTAMOS A VALORIZAR (OS RESÍDUOS DE) COIMBRA

 

Uma delegação do Movimento Cidadãos por Coimbra [CpC], integrando os dois cabeças de lista do movimento à CMC e à AMC (Jorge Gouveia Monteiro e Graça Simões) e outros candidatos autárquicos,  visitou na quinta-feira 24 de Agosto, o Centro Integrado de Tratamento e Valorização de Resíduos Sólidos Urbanos de Coimbra situado em Vil de Matos. Vil de Matos 11

A visita iniciou-se às 16 horas e a delegação do CpC foi recebida pelo Diretor Geral da ERSUC, Alberto Santos, que teve oportunidade de explicar à delegação alguns dos  problemas com que esta instituição se confronta.  Depois do vídeo de apresentação, e do  consequente diálogo, seguiu-se uma visita guiada às instalações o que permitiu avaliar melhor as características e as dificuldades deste serviço. Os presentes tomaram consciência da necessidade urgente dos cidadãos e cidadãs do município separarem os vários resíduos recicláveis e das consequências daí resultantes quanto tal separação não é feita. Além disso concluíram que 30 a 35 % do que entra nesta unidade vai para o aterro, contrariando assim as expectativas iniciais, uma vez que o que vai para o aterro não tem qualquer reutilização, dando, por exemplo,  lugar a materiais de compostagem ou  de produção energética.

 

No final da visita o candidato Jorge Gouveia Monteiro, em entrevista à Radio Regional do Centro, destacou que a separação dos lixos no município de Coimbra tem vindo a baixar de 2009 a 2016, uma vez que hoje as pessoas separam menos. Ora isto  tem  de ser alterado, porque  o cidadão que separa é mais penalizado uma vez que a taxa de resíduos sólidos que paga, é paga em função da água que gasta. Isto não pode ser, rematou Jorge  Gouveia Monteiro: temos de implementar um sistema em que as pessoas paguem segundo a separação que fazem, e não segundo a água que gastam. Citou, a este propósito, a experiência do município de Guimarães que é pioneira no país. Lamentou ainda que esteja a ser enterrado mais lixo do que devia e que haja um mercado de resíduos que dita leis, acrescentando ainda que a falta de saída do material energético tem de ser questionada, dado que isso é também um problema de âmbito nacional.

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