Reflexão sobre o CPC por José Augusto Ferreira da Silva

Camaradas

Recebi ontem à noite um pedido da Graça Simões para divulgação de um denominado “Encontro de Aderentes” nos termos que se encontra divulgado. Nenhum dos camaradas que subscreve o documento teve a gentileza de me informar previamente do assunto, de debater comigo a sua oportunidade ou sequer a data, hora e local da sua realização. Apesar de me parecer que a Ordem de Trabalhos anunciada constitui manifesta usurpação dos poderes próprios da Direção, da Executiva e do Coordenador, entendi solicitar ao camarada Alexandre Carvalho que a divulgasse nos meios próprios do CPC. O que este camarada, a quem agradeço, fez. E fi-lo para não poder ser acusado de obstaculizar a discussão de um qualquer grupo de  aderentes.  Neste contexto, torna-se claro que é vontade desse grupo que o Coordenador não esteja presente no encontro.  E eu não estarei. 

Dito isto, não posso deixar de vos dar conta da minha profunda preocupação com a situação criada, a pretexto da apresentação que fiz de uma proposta – que conhecem – para discussão na Direção e posterior debate num Plenário que propus fosse antecipado para esse efeito. Não. Ao contrário do que por aí se ouve dizer, eu não apresentei nenhum facto consumado. A leitura com boa fé da minha proposta não deixa, quanto a isso , quaisquer dúvidas. E penso que ao fim destes 4 anos de luta incessante pela democracia e pela transparência na CMC, deveria, ao menos, ser credor da presunção de que agi apenas movido pela minha consciência e pelos princípios que entendo serem os do CPC. 

Passada esta turbulência, importa fazer uma séria reflexão sobre o estado atual do CPC e o seu futuro como movimento cívico autónomo e independente de quaisquer tutelas. 

Essa reflexão, como está regulado e é prática do nosso Movimento Cívico, caberá ao Plenário fazer.  E este está convocado para o próximo dia 25 de março, como foi aprovado no anterior. 

Uma nota final para dizer que sou e continuarei a ser o Coordenador do CPC enquanto os órgãos legítimos não me destituírem ou eu me demitir. O que só acontecerá se para tal tiver razões sérias e inultrapassáveis. E, como é bom de ver, na qualidade de Coordenador, assumirei todas as minhas responsabilidades.  

Coimbra, 8.03.2017

 

O coordenador do CPC 

 

José Augusto Ferreira da Silva 

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