Árvores de Coimbra – a notícia no Beiras

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O movimento Cidadãos por Coimbra (CpC) quer que a Câmara deixe de cortar árvores no “espaço urbano de responsabilidade municipal”, a não ser por razões fitossanitárias ou de segurança pública e sem que esteja programada a sua substituição.

No município de Coimbra “instalou-se o hábito de cortar árvores no espaço público sem que as mesmas sejam replantadas”, disse ontem, durante a reunião do executivo camarário, o vereador do CpC, José Augusto Ferreira da Silva, que, por isso, vai apresentar uma proposta no sentido de alterar essa prática.

A proposta, que deverá, de acordo com o respetivo regimento, ser votada na próxima reunião quinzenal da Câmara, preconiza que “não sejam cortadas mais árvores no espaço urbano de responsabilidade municipal, a não ser por razões fitossanitárias ou de segurança pública e sem que esteja devidamente programada a sua adequada substituição”.

O CpC quer também, de acordo com a mesma proposta, que “sejam repostas as árvores, no espaço urbano municipal, em que existam as “caldeiras” (canteiros) vazias, no prazo máximo de um ano”, e que “os serviços competentes do município apresentem, no prazo máximo de 90 dias, um programa de arborização do espaço público municipal, a ser submetido a discussão pública e posterior deliberação do executivo”.

Em Coimbra, “instalou-se o hábito de cortar árvores no espaço público sem que as mesmas sejam replantadas”, afi rma José Augusto Ferreira da Silva, sublinhando que o concelho tem “perdido signi- fi cativa cobertura arbórea com consequências graves a nível da qualidade de vida dos munícipes, por um lado, e da sua beleza, por outro”. Os passeios, jardins e praças apresentem “inú- meras cicatrizes de que são exemplo gritante as ‘caldeiras’ com resquí- cios de árvores cortadas”, acrescenta o vereador, considerando que “não houve, de igual modo, o cuidado de plantar árvores adaptadas ao solo e ao clima nas zonas de expansão urbana um pouco por todo o concelho”.

Ao longo do atual mandato “foram derrubadas, pelas mais variadas razões, cerca de 200 árvores”, e “foram plantadas cerca de duas mil no concelho [de Coimbra]”, assegurou o vereador responsável pelo pelouro do ambiente, dos parques e dos jardins, o socialista Carlos Cidade.

“As ‘caldeiras’ com raízes [de árvores] têm de ser fechadas” e abertas outras para plantar as árvores (em substituição das abatidas), referiu o vereador. “Temos muita preocupa- ção em plantar mais árvores”, assegurou Carlos Cidade.

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