“Rui Duarte é novo adjunto de Manuel Machado”

O Diário As Beiras dá uma notícia hoje

 

beiras 05012016

 

e o Rui Avelar, escreve um texto de opinião no Campeão das Províncias… Aconselhamos a sua leitura.

campeao05012016 - Cópia

 

Como vaticinou o “Campeão”, ironicamente, a 02 de Julho de 2015, na rubrica “Vinagretas” da edição impressa, o líder concelhio do PS/Coimbra, Rui Duarte, acaba de ingressar na Câmara local (CMC).

Há mês e meio (a 19 de Novembro), o nosso Jornal, através da edição electrónica, insistiu “na iminência” da ida de Rui Duarte para o séquito do líder do Município conimbricense, Manuel Machado.

Apesar de reconhecer, agora, ter sido «queimado» no dossiê da co-incineração de resíduos industriais perigosos, desencadeado em 1998, na vigência do primeiro Governo de António Guterres, o autarca mostra-se pouco sensível à asneira e inflige uma machadada na decência.

Machado falhou, em 2001, a tentativa de eleição para quarto mandato consecutivo e uma das causas do insucesso terá sido a questão da queima de lixo tóxico na cimenteira de Souselas.

Ex-vereador, Duarte deixou de ser reconduzido como deputado à Assembleia da República devido à sua condição de arguido, sob suspeita de falsificação de documento no âmbito de um caso de hipotética inscrição fraudulenta de militantes no partido.

Há meio ano, o “Campeão” publicou foto de um táxi que se encontrava num parque de estacionamento adjacente à CMC, carregado de malas.

Segundo a rubrica “Vinagretas”, o cenário deu azo a perguntas do tipo “quem estará de malas aviadas”, mas a conjuntura política, a três meses de eleições legislativas, sugeria que se pusesse outra questão: Haveria algum deputado à Assembleia da República a recear não obter guia-de-marcha para voltar para o hemiciclo de S. Bento, depois de Outubro, e, à cautela, andasse a procurar garantir lugar de recuo?

A decência atropelada é elementar, caro presidente da CMC.

Embora sem acusação deduzida, podendo o Ministério Público ilibá-lo na fase de inquérito, Rui Duarte é suspeito de eventual autoria de um crime inaceitável, ainda por cima se for cometido por um político.

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