O porquê do voto contra uma nomeação para a Casa da Escrita

Podem conhecer o porquê do nosso voto contra a celebração de um contrato de prestação de serviços com uma empresa de António Vilhena para exercer as funções de Curadoria da Casa da Escrita, a partir de excertos do artigo de Paulo Marques no Diário As Beiras.

 

A questão foi suscitada por José Augusto Ferreira da Silva (CpC), que lamenta a ausência de informação prévia sobre a identidade e o currículo do contratado. “Tem algum curso de curadoria?”, perguntou o vereador, para quem é “fundamental que a câmara não passe uma carta branca” a quem for contratado.

Noutro plano, Ferreira da Silva criticou o valor do contrato proposto – 750 euros mensais –, referindo mesmo que, “o que se está a propor, quase a título de subsídio, só pode significar que se está a desrespeitar o lugar”. Em resposta, a vereadora da Cultura, Carina Gomes, explicou que o montante em causa resulta, “apenas e só”, do facto de a câmara estar obrigada a respeitar a “redução remuneratória”, imposta por lei, tendo tido por base, justamente, o valor antes estipulado para a empresa de José Carlos Seabra Pereira, o anterior curador.

 

 

Diário As Beiras, 21 de Julho de 2015

Diário As Beiras, 21 de Julho de 2015

 

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One comment

  • Considero uma ofensa à cidade, a todos residentes e quanto neles nasceram, Nenhuma experiência António Vilhena possui no seu curriculum, Acresce que lhe conhece alguns expedientes pouco normais de angariar dinheiro….
    É lugar de “boy” descaradamente.

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