Proposta de leitura para as férias do Dr. Manuel Machado

Texto da intervenção de José Augusto Ferreira da Silva na reunião da Câmara Municipal de Coimbra de 20 de Julho de 2015

Num artigo de opinião publicado, há dias, num jornal local intitulado de “Incomodidade desnecessária”, o Dr. João Silva, militante do PS e ex autarca, discorreu sobre o funcionamento da CMC, permitindo-me destacar as seguintes passagens:

[…] Há repetidos episódios de crispação e acrimónia, entre membros do executivo ou com munícipes, que são um inesperado déjà vu e que geram óbvio desconforto nos cidadãos. Por quê voltar a tomar o mesmo veneno sabendo quanto isso debilita os protagonistas e faz realçar o acessório em detrimento do essencial? 

Para mais, tendo presente a enorme taxa de abstenção nas eleições autárquicas, há necessidade de um redobrado esforço para reganhar os cidadãos no interesse e no empenhamento cívico, com o objetivo coletivo de engrandecimento da cidade. 

[…] Acrescente-se, ainda, que há um problema de sintonia e de integridade global que é imperioso garantir como condição de afirmação e respeito geral, entre aquilo que é a cidade e o que ela representa e o seu governo. É preciso não esquecer que face a tudo o que a fantástica Coimbra foi, é e pretende ser é exigido um elevado perfil ao seu principal centro de poder local democrático. Não sendo este um assunto fácil de abordar é contudo essencial refletir sobre ele e talvez o período de férias – um tempo mais relaxado e distendido –, permita a serenidade de análise e o ajustamento de práticas.[…]

Não posso deixar de acompanhar o juízo do Dr. João Silva pela lucidez de que dá provas.

E de fazer votos para que Vª Exª reflita sobre o que ele diz e possamos, depois do período de férias, ter um Presidente da Câmara que saiba ouvir os munícipes e saiba respeitar os vereadores, todos, em especial, aqueles que não têm pelouros atribuídos, dando seguimento aos seus requerimentos, agendando as suas propostas, nos termos regimentais, garantindo os seus elementares direitos de acordo com o Estatuto do Direito de Oposição.

A bem precisamente da necessidade de, como diz João Silva, “( …) reganhar os cidadãos no interesse e no empenhamento cívico, com o objetivo coletivo de engrandecimento da cidade”

E, por isso, deixo-lhe um dossier com os requerimentos e propostas que fiz desde o início do mandato e que continuam numa gaveta, escondida algures, para que Vª exª, neste período mais “ relaxado e distendido” as possa avocar e apreciar ou reapreciar e dar-lhes o seguimento devido.

Proposta e Requerimentos CPC

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