Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Santa Clara e Castelo Viegas

Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Santa Clara e Castelo Viegas

Data: 30 de Junho de 2015

Local: Junta de Freguesia de Santa Clara

Agenda:
1 – Aprovação de acta anterior
2 – Assuntos de interesse para a União
3 – Informações do Presidente da União.

Trabalhos:
A sessão decorreu normalmente, com poucos episódios de “luta política” (o que é uma novidade bastante positiva).

Houve questionamento sobre o facto da AF não se realizar em Castelo Viegas. O Presidente da Mesa relevou que não havia exactamente uma determinação de realizar “esta” AF em Castelo Viegas mas sim “uma” qualquer. Ficou para o futuro!

Os elementos da “Coligação por Coimbra” fizeram questão de relevar “as coisas excelentes” que têm acontecido na freguesia de Santa Clara, no sentido claro de engrandecer o trabalho do Executivo. Na minha opinião, trata-se de uma lista imensa de realizações de baixo valor comunitário (festas e romarias e rancho e mais festas … ). “Portugal dos Pequenitos” foi apresentado como um projecto em crescimento, pela “Coligação por Coimbra”, e O Convento de S. Francisco também fez a sua aparição, via PS.

Os elementos da CDU salientaram algumas situações, em diversos locais da União, que exigem a intervenção directa da Junta ou a sua influência junto de instâncias superiores. O Presidente da Junta prestou os esclarecimentos, a contento, evidenciando as dificuldades com a extensão das intervenções, no que se refere à invasão das estradas pela vegetação.

O PS apresentou uma proposta de ser criado um Grupo de Trabalho pluripartidário, para ajudar na regulamentação da Feira Popular.
Rejeitada: ” é assunto do Executivo”

As questões colocadas pelo CPC, relativamente às CSF, foram respondidas por um elemento que foi designado para representar o Presidente da Junta naquela instância, Sra Ana Catarina (não sei os pormenores da delegação) – pelas palavras do próprio, por se ter incompatibilizado com pessoas da CSF.
Foi evidente o conforto da respondente, evidenciando um bom conhecimento do funcionamento da CSF:
– descreveu os diversos tipos de acções sociais realizadas;
– indicou como elemento-chave da CSF a Fundação Bissaya Barreto (por quem passam as tramitações contabilísticas);
– indicou a pouca relevância das verbas provenientes da CMC (o que se sabe ser a norma, portanto nada de novo);
– foi afirmado haver Regulamento Interno (é normal que assim seja, pois esse é o primeiro passo da acção);
– não foi clara a indicação de haver Relatório e Contas de 2014.
A fechar, expressei a minha satisfação pela boa explicação sobre a CSF (não podendo eu jurar pelo seu bom funcionamento real!).

 

 

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