Comentário: corrupção, direito à greve, SNS, FMI e os migrantes

José Augusto Ferreira da Silva esteve hoje a comentar a actualidade regional e nacional no Alvorada, da RUC. Falou sobre corrupção, direito à greve, retirada de meios ao Serviço Nacional de Saúde e a situação dos migrantes. Podem ouvir excertos aqui.

“O Alvorada de hoje, 19 de maio, contou com o comentário à atualidade do vereador da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) pelo Movimento “Cidadãos por Coimbra”, José Augusto Ferreira da Silva.

A manchete do Diário de Coimbra refere que a ex-funcionária do Centro Hospitalar de Coimbra (Covões), indiciada por corrupção, confessou ontem os atos em tribunal. A enfermeira é acusada de ter cobrado dinheiro a 47 utentes para tratar dos respetivos pedidos de reforma antecipados. José Augusto Ferreira da Silva considera que, em Portugal, existe a ideia de uma corrupção generalizada nos serviços, algo que pode ser consequência do exemplo de personalidades com altos cargos no Estado acusadas de crimes semelhantes.

O vereador da CMC responsável pelo ambiente, parques e jardins, Carlos Cidade, foi acusado de substituir trabalhadores do lixo durante uma greve. A multa aplicada foi de 1500 euros, um valor que já foi pago pelo político. O comentador, que confessa não conhecer a situação, lamenta que tenha sido posto em causa um “direito fundamental”.

Hoje é comemorado o Dia Mundial do Médico de Família. O jornal Público noticia que faltam 800 médicos de família em Portugal. Para o convidado, a situação reflete o atual estado do sistema de saúde no país. O vereador da CMC considera que o Governo tem “retirado meios” ao Serviço Nacional de Saúde.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) sugeriu novas reformas para Portugal, entre as quais o congelamento das reformas antecipadas no setor privado. Para José Augusto Ferreira da Silva, o Governo tem seguido à risca os planos do FMI e considera que vai manter as mesmas políticas, caso vença as próximas eleições legislativas.

No contexto internacional, a União Europeia pretende avançar com força militar contra o tráfico no Mediterrâneo. O comentador considera que a UE deveria atuar nos campos de refugiados para resolver a crise dos migrantes ilegais.”

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