O Exploratório Infante Dom Henrique

Excerto do texto de José Manuel Pureza sobre a situação que vive o Exploratório, questão que o CPC levantou na reunião da CMC na passada semana.

Uma cidade que assume a ciência e o conhecimento como sua marca distintiva. Fosse Coimbra assim e os poderes nacionais e municipais não regateariam esforços para que um equipamento de excelência como o Exploratório Infante Dom Henrique, que recebe uma média de 24.000 estudantes do ensino básico e secundário por ano, estivesse privado de abrir ao público um edifício pronto com instalações pedagógicas de altíssimo valor e um planetário com inestimável potencial de difusão de ciência. O Movimento Cidadãos por Coimbra levou esta urgência à Câmara Municipal como era seu dever. Não para que haja qualquer tratamento de favor. Mas para que a Câmara faça o que tem que fazer: defender a cidade pondo-se na primeira linha da criação de condições para que, quaisquer que sejam os problemas que se atravessam na frente do Exploratório, este equipamento possa dar expressão a toda a sua imensa riqueza técnica e humana, em benefício da cidade e do país.

Para saber o que aconteceu na reunião, e as reacções da direção do Exploratório ao que ali foi dito, deixamos algumas notícias da imprensa.

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