LUSA: Movimento Cidadãos Por Coimbra questiona apoiantes sobre trabalho autárquico

TEXTO DE JOÃO FONSECA / LUSA

a propósito do comunicado “A Travessia da Cidadania”

O movimento Cidadãos por Coimbra (CPC) quer saber o que pensam os apoiantes sobre o seu trabalho autárquico e se este corresponde ao que eles sentem que a cidade e concelho necessitam.

Em 04 de março de 2015, dia em que se completam dois anos sobre a sua apresentação pública, os responsáveis pelo movimento querem que os apoiantes lhes digam se a intervenção do CPC “corresponde ao que sentiram que Coimbra necessitava/necessita e se continua a justificar” o seu apoio, afirmam numa nota hoje divulgada, para assinalar a data.

O CPC, que elegeu um vereador para a Câmara de Coimbra, nas eleições autárquicas de 2013, também convida os subscritores da ‘Carta às Cidadãs e Cidadãos de Coimbra’ a renovarem “o compromisso” assumido há dois anos e a “ajudar à sua concretização”.

“O nosso compromisso também é o vosso compromisso, a nossa causa também é a vossa causa” e “a travessia (da cidadania) que ainda só estamos a começar é de todos e todas”, sustenta.

Responsável pela “primeira candidatura independente à autarquia de Coimbra”, o CPC defendeu, então que o seu “compromisso era uma Coimbra, cidade e concelho, mais democrática e mais ambiciosa”, recorda a mesma nota, subscrita pelo vereador e coordenador do movimento, José Augusto Ferreira da Silva.

Ao longo destes dois anos, nos mais de seis meses de campanha e quase ano e meio de mandato nos vários órgãos autárquicos para que fomos eleitos, voltamos muitas vezes à ‘Carta às Cidadãs e Cidadãos de Coimbra’, porque “mais do que a assimilar num discurso, praticamo-la tanto quanto podemos (quanto nos deixam…)”, afirma o movimento de independentes.

Já era possível “fazer o exercício de, a cada um dos sete pontos desse documento programático, juntar uma iniciativa ou uma posição, uma luta ou um protesto do CPC”, mas, passado este tempo, o desafio é “perguntar diretamente a quem assinou a Carta” se o movimento está a cumprir, conclui.

Além do vereador no executivo municipal (formado por 11 elementos), o CPC tem quatro eleitos na Assembleia Municipal de Coimbra e representantes em diversas assembleias de freguesia.

Publicado aqui.

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