CPC perspetiva ano político

Com a presença de cerca de uma centena de pessoas, realizou-se no Dia de Reis, 6 de janeiro, o Jantar de Ano Novo do movimento cívico Cidadãos Por Coimbra (CPC).

A abrir as intervenções, o cidadão José Dias, fez uma breve análise da situação de alguns movimentos independentes que concorreram às últimas eleições autárquicas e com os quais o CPC contactou. Considerou que o balanço não é brilhante e que “o CPC é um dos poucos movimentos autárquicos verdadeiramente independentes que se mantem firme e em plena atividade”.

Seguiu-se, no uso da palavra, José Augusto Ferreira da Silva, coordenador do movimento e vereador na CMC. Criticou as políticas do governo, que classificou como “o mais reacionário desde o 25 de Abril”, e os seus efeitos sociais, com realce para o aumento da pobreza e do número de “sem abrigo”. Referiu que todos os dias há pessoas que perderam as suas habitações a recorrer à autarquia, mas esta não tem resposta para elas.

No âmbito da ação autárquica do movimento, referiu o intuito de melhorar a vida em Coimbra e anunciou que a reabilitação urbana será uma prioridade para o CPC.

Apelou para o movimento prosseguir a sua implantação nas freguesias e continuar a ouvir os anseios dos seus habitantes. Deu como exemplo o facto de em Santo António dos Olivais, a maior freguesia do município, ainda haver populações sem saneamento básico, algo que vem sendo denunciado pelos seus eleitos na Assembleia de Freguesia.

Para incentivar à participação cidadã, anunciou que o CPC vai lançar uma grande iniciativa, onde os cidadãos poderão denunciar problemas e apresentar possíveis soluções,

Por fim, falou José Reis, líder da bancada do movimento na Assembleia Municipal. Classificou a força política do CPC como um movimento de oposição alternativa, capaz de fazer propostas e de governar a cidade. Deu como exemplo a “Declaração de Coimbra” sobre a água, aprovada por unanimidade na última sessão. Salientou a importância da Universidade “levar conhecimento para dentro das instituições autárquicas”, dando como exemplo a participação de investigadores académicos na elaboração do documento acima referido.

Terminou afirmando a importância de trazer para os CPC “mais gente, mais capacidades e mais energia”.

Para encerrar o evento, seguiu-se um momento musical com a participação do duo “Palha Trapos”.

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