DETERMINADOS A CONTINUAR A LUTA POR UMA CIDADE MELHOR

Decorreram no passado sábado, 25 de outubro, no auditório da Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC), as primeiras Jornadas Autárquicas do movimento cívico Cidadãos por Coimbra (CPC).

A sessão contou com a presença de cerca de uma centena de pessoas, que participaram ativamente nos trabalhos. Entre os convidados, estiveram representantes de outros movimentos independentes, com destaque para os Cidadãos por Soure.

Na primeira parte, destinada à prestação de contas da atividade dos CPC no primeiro ano após as eleições autárquicas, intervieram a deputada municipal Leonor Barata e José João Lucas, antigo membro da Assembleia Municipal.

No debate que se seguiu, fez-se um balanço muito positivo da presença do movimento nos órgãos autárquicos, desde a sua contribuição para uma maior democraticidade no funcionamento destes até à abordagem inovadora de algumas questões (grandes e pequenas) que afetam e preocupam as populações, tanto ao nível da denúncia como das propostas.

A segunda parte, dedicada ao futuro da cidade e do concelho, contou com as intervenções do deputado municipal José António Bandeirinha e da ativista Ana Costa.

Por sugestão desta, foram constituídos pequenos grupos temáticos para debater problemas que afetam o concelho e propor soluções para a sua resolução, atividade que decorreu de forma bastante participada e animada.

Na sessão de encerramento, falaram Maria dos Prazeres Francisco (em representação dos eleitos nas freguesias), José Reis (líder da bancada dos CPC na Assembleia Municipal) e, por fim, o vereador e coordenador do movimento, José Augusto Ferreira da Silva.

Na intervenção final, este efetuou um balanço da atividade realizada durante o primeiro ano do mandato. Depois de criticar a forma “autoritária e centralista” com que o presidente dirige a Câmara Municipal, bem como a ausência de uma estratégia coerente para o concelho por parte da atual maioria socialista, referiu alguns aspetos mais importantes da sua ação enquanto vereador.

De entre estas, destacam-se a exigência do cumprimento do estatuto da oposição, do cumprimento da decisão judicial de demolição de dois lotes dos Jardins do Mondego, a luta pela transparência das decisões camarárias (de que é exemplo paradigmático o Convento de São Francisco), a denúncia da política de ajustes diretos em favor de pessoas que apoiaram a campanha eleitoral do presidente. Salientou, ainda, o facto de os CPC terem voltado a colocar a construção do “metro” na agenda política.

Por fim, reafirmou a determinação dos CPC de continuarem a lutar por uma cidade melhor e desafiou os cidadãos de Coimbra a participaram nesse propósito.

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