Baladas a convidar a abaladas…

Baladas com tristes histórias de equipamentos que foram ficando a confirmar compromissos esquecidos. Montras de montras de lojas que já não existem, com cacos de vidraças-antiguidades-histórias-objectos a desiludir, a desembrulhar, a desatar ou somente a deitar fora. Memórias de cosmopolitas painéis rotativos que nos roubam sorrisos envergonhados pela (nossa) pequenez. Palimpsestos de protestos em papel a antecipar caminhadas. E sujidade. Muita…

É assim que quem chega a Coimbra pela Estação Nova e se dirige à Rua Adelino Veiga é convidado a seguir para o Porto.

Abalem, parece dizer-lhes Coimbra.

 

Isabel Campante

6 de Agosto de 2014

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