Isabel Campante: Eram árvores, senhores.

Isabel Campante #

Em 2010, a resposta a uma providência cautelar interposta por um grupo de cidadãos ao primeiro abate de árvores foi indeferida pelo tribunal, mas “proibia” o abate das árvores não doentes. Em 2012 foram retiradas mais 22. E no passado sábado,  28 de Junho, apesar de uma inofensiva nota na imprensa a anunciá-lo sem o justificar, quem passava pela Avenida Emídio Navarro era confrontado com a política deste executivo de abater primeiro e explicar depois. Não adiantou perguntar aos polícias ou aos técnicos ali presentes o porquê… “Mandaram.” O que se passou afinal? “O metro?”, ” Estavam doentes?”. A primeira página do Diário As Beiras na quinta-feira seguinte explicaria que “a autarquia cortou as 10 árvores que restavam no passeio central porque ‘punham em risco pessoas e bens’“. Assim mesmo: a seco, post-mortem… Porque é que esta Câmara insiste em não prestar contas a quem representa? Há muitas maneiras de falar com os 142.700 conimbricenses que Manuel Machado* diz serem a sua a equipa, mas falta vontade…

Eram árvores.

 

* que, podem recordar aqui, foi um candidato verde...

 

 

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