Votação do PDM

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“Os eleitos dos Cidadãos por Coimbra (CpC) foram os únicos a abordar a natureza conceptual do novo PDM. José António Bandeirinha, professor de arquitectura, desmontou a construção do documento, no plano teórico, criticando a adoção de instrumentos de planificação e organização urbanísticas que considera remeterem, na sua maioria, para o Estado Novo. Por seu turno, Catarina Martins apontou a alegada perversidade das regras do PDM que permitem regularizar intervenções urbanísticas já no terreno e que, na sua ótica, vão permitir legalizar situações – como a do Jardins do Mondego – que “são ilegais”. A finalizar as intervenções do CpC, o director da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e antigo presidente da Comissão de Coordenação Regional, José Reis deixou clara a posição da bancada: “Não queremos um PDM de mera continuidade com tudo o que, nas últimas décadas, descaracterizou e desvalorizou a cidade e desertificou e desqualificou o seu centro”. Assim, coerentemente a bancada do movimento cívico foi também a única a votar contra.”

Paulo Marques, Diário As Beiras, 8 de Maio de 2014

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