A última reunião da CMC

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Realizou-se a 24 de março mais uma reunião da Câmara Municipal, acentuando-se cada vez mais a tentativa de a maioria a transformar num órgão burocrático, arredada da definição das políticas municipais.

No entanto, a nossa denúncia e exigência foram ouvidas quanto à limpeza dos terrenos transformados em matagal insalubre e inseguro junto ao Pavilhão Centro de Portugal.. Em resposta à nossa interpelação em anterior reunião, o Presidente informou que vão ser tomadas providências para exigir ao proprietário que proceda à limpeza.

Na sequência de visita ao local realizada na passada semana, também a denúncia que fizemos nesta reunião do estado calamitoso para o ambiente e para a qualidade de vida dos cidadãos em que se encontra o rio/valas dos Fornos recebeu do Presidente a garantia de resolução até ao final do verão.

Num e noutro caso continuaremos atentos ao cumprimento destes compromissos.

Para além disso, o Presidente continua a saga contra os direitos da oposição, a que já nos habituou. Em primeiro lugar ao impedir o nosso acesso direto aos serviços, enquanto vereadores, para solicitar informações e consulta de dossiers, exigindo requerimento a si dirigido! Em segundo lugar, ao fazer “veto de gaveta” a tudo o que requeremos, com as desculpas mais descabidas.

Relembrando:

  • em 06.02.2014 requeremos que antes das reuniões abertas aos munícipes, que se têm de inscrever com cinco dias úteis de antecedência, nos fosse dada pertinente informação, bem como permitida a consulta dos respetivos dossiers;

  • em 20.02.2014 requeremos informação sobre deslizamentos de terras em S. Romão, face às reclamações de moradores;

  • em 20.02. 2014 requeremos a consulta do dossier relativo à construção, adiada há décadas, de um novo Palácio da Justiça;

  • em 20.02.2014 pedimos informação sobre a atribuição de casas a famílias emigrantes que já se inscreveram há anos.

Nenhum destes requerimentos teve até este momento qualquer despacho. Mas nós não desistiremos de exigir o cumprimento do nosso direito a sermos informados e consultarmos os processos, como condição para um exercício pleno das responsabilidades que nos foram confiadas pelos cidadãos.

Como o fizemos com a atribuição de gabinete, não baixaremos os braços e levaremos até ás últimas consequências a luta pelo reconhecimento destes direitos que são, em primeira linha, dos munícipes.

 

Coimbra, 24.03.2014

José Augusto Ferreira da Silva 

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