Reunião de Câmara 10 de Fevereiro

No período de antes da ordem do dia da reunião da Câmara Municipal de Coimbra de 10 de fevereiro, José Augusto Ferreira da Silva, vereador do Cidadãos Por Coimbra, tratou as seguintes questões.

José Augusto Ferreira da Silva regozijou-se com o reconhecimento nacional da qualidade dos CHUC, como hospital público, numa cidade que tem na saúde uma das suas mais relevantes valias. Mas lembrou que estes momentos de reconhecimento não devem fazer esquecer as políticas do governo de esvaziamento do Serviço Nacional de Saúde, o desmantelamento do Hospital dos Covões e o estado deplorável em que se encontra o Centro de Saúde da Fernão de Magalhães.

Quanto a este último, foi informado pelo Presidente da Câmara que se encontram em curso diligências com vista a encontrar uma solução, sem que, no entanto, tenha sido esclarecida qual. O vereador do CPC voltará a este assunto as vezes necessárias para que não caia no esquecimento.

ImagemO vereador do CPC solidarizou-se com a luta dos trabalhadores dos SMTUC em defesa da modernização e ampliação da frota e dos meios humanos indispensáveis à prestação de um serviço público de transportes eficaz e de qualidade. José Augusto Ferreira da Silva relembrou que, aquando da discussão e votação das GOP (Grandes Opções do Plano) e, em particular, do Quadro de Pessoal, chamou, sem êxito, a atenção para a falta de pessoal, pelo que não votou favoravelmente este documento.

 Chamou a atenção da Câmara para as precárias condições que se vivem no Palácio da Justiça para todos aqueles que ali trabalham e se deslocam em cumprimento do seu dever de colaboração com a justiça. Relembrou a necessidade de lutar pela construção de um novo Palácio da Justiça, que tem décadas de atraso, pela importância que tem para a dignificação da justiça e dos que ali trabalham e ali se têm de deslocar, mas também para a regeneração e densificação da baixa da cidade e do seu comércio. José Augusto Ferreira da Silva alertou para a nódoa negra que constitui o espaço cedido ao Ministério da Justiça para ali efetuar aquela construção, situado na zona central da cidade (na confluência das ruas da Figueira da Foz e João Machado), atualmente destinado a estacionamento dos magistrados e funcionários do tribunal repleto de abarracados em total degradação e de lixo.

ImagemO Presidente da Câmara foi questionado sobre se havia notícias quanto à construção e se, na ausência de vontade de ali construir, já tinha ponderado o exercício do eventual direito de reversão sobre tal terreno a favor da CMC, face ao reiterado (de décadas)  incumprimento do Ministério da Justiça ao não lhe dar o fim a que se destina. A resposta foi negativa quanto às duas questões. Dada a importância do assunto o vereador do CPC voltará a ele logo que tal se mostre oportuno.

Finalmente, na parte destinada ao público estiveram presentes diversos cidadãos da Conchada tendo o seu porta-voz José Soares reiterado as reivindicações dos moradores do Bairro Padre Melo, que já vêm de há muito tempo e que sempre foram ignoradas, obtendo compromisso do Presidente da Câmara de que as mesmas já estão em apreciação nos serviços competentes e que serão resolvidas.

Saudamos esta iniciativa e a persistência dos moradores na luta pelo direito a condições de habitabilidade dignas e estaremos atentos ao cumprimento dos compromissos assumidos.

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