Comunicado

dc

 

No último dia da campanha eleitoral, a candidatura Cidadãos por Coimbra saúda todos os jornalistas e demais profissionais da comunicação social escrita e da rádio que, da melhor forma que souberam e puderam, fizeram a cobertura destas eleições autárquicas.
Desta saudação excluímos, de forma absolutamente clara, o Diário de Coimbra (DC). Na verdade, ao longo de todo este período, o DC comportou-se de maneira inaceitável e ao arrepio do que deve ser o comportamento de um órgão de comunicação social digno desse nome. Não honrou nem a cidade cujo nome traz no título, nem o jornalismo. Quanto aos princípios essenciais da boa prática de uma atividade nobre como é, ou deve ser, o jornalismo, o DC parece não os conhecer. 
O DC fez questão de estar ausente de praticamente todas as iniciativas promovidas pelos Cidadãos de Coimbra, incluindo as conferências de imprensa para que sempre foi convidado. O DC foi único órgão de comunicação social de Coimbra que recusou receber esta candidatura. As notícias sobre os Cidadãos de Coimbra foram sempre parcas e discriminatórias em relação a outras, em especial às duas consideradas mais poderosas e que estão associadas aos últimos 24 anos de governo da autarquia. Hoje, para finalizar, o DC fez questão de incluir notícias de todas as candidaturas, excluindo a dos Cidadãos de Coimbra. Um dia depois, saliente-se, de ter sido, uma vez mais, convidado para a conferência de imprensa destinada a fazer o balanço da campanha, em que, como quase sempre, primou pela ausência. Depois do boicote, o DC chegou à provocação explícita e indigna. Não retirará os Cidadãos por Coimbra da sua atitude positiva, programática e afirmativa do que defende para Coimbra. Mas não nos podemos impedir de nos indignarmos.
O DC tem o direito de escolher os seus amigos, os seus parceiros, os valores ou não valores da vida pública a que adere, os interesses que acarinha ou as submissões a que se sujeita. Mas não tem o direito de se comportar, na área da comunicação social, como uma entidade em cuja prática se não vislumbra uma réstia de qualidade, de independência, de inteligência crítica ou, o que é mais grave, de ética jornalística.
Para a Comissão Nacional de Eleições seguirá, naturalmente, uma queixa dos Cidadãos de Coimbra.

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